O tema “relações sociais” é foco de estudo dos alunos do 3º ano do Ensino Fundamental

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No espaço escolar, os alunos têm a oportunidade de viver um ensaio social, onde a relação entre o “eu” e “outro”, entre o indivíduo e o coletivo ganham destaque.

É nesta relação com seus pares e com os adultos que os alunos têm a oportunidade de se constituir como indivíduos e como cidadãos, pois ao mesmo tempo que se diferenciam do outro também se percebem como parte integrante de um grupo.

Ensinar a fazer parte de um grupo é um dos objetivos da Móbile, e subjacente a esse ensino está a formação de valores e atitudes de uma sociedade democrática.

No 3º ano do Ensino Fundamental, um dos estudos desenvolvidos na disciplina de História e Geografia refere-se ao modo como as relações sociais se estabelecem nos diferentes grupos. Esse estudo abre a possibilidade para discussões sobre a convivência entre as pessoas, sobre relações de poder, sobre o estabelecimento de regras que podem ser discutidas e determinadas por membros de um grupo ou institucionalizadas por outros. Tornando esse estudo mais significativo e próximo à realidade dos alunos, colocam-se em foco as relações presentes no grupo/classe. Ao analisarem essa microssociedade, os alunos entram em contato com dificuldades que a relação entre indivíduo e grupo produz. Diante disso, emerge a possibilidade do grupo buscar soluções para as situações-problema; dentro de um processo democrático, os alunos expõem os diferentes pontos de vista e o grupo encontra as melhores soluções.

Neste texto, destacamos o processo percorrido pelos alunos desde o momento em que eles identificam os problemas até o momento em que definem as soluções.

Etapa do trabalho individual

Inicialmente, cada aluno teve a tarefa de levantar um ou mais problemas e/ou dificuldades que o grupo/classe enfrentava e, se possível, possíveis soluções.
Etapa do trabalho em pequenos grupos

O passo seguinte referia-se à definição dos problemas. Reunidos em pequenos grupos, os alunos compartilharam os problemas e/ou dificuldades levantados individualmente e discutiram se o problema levantado afetava todos do grupo de modo que valesse a criação de uma regra para a coletividade ou se somente afetava uma pessoa e seus interesses individuais.

Coube também ao grupo discutir as soluções propostas para cada problema e/ou dificuldade. Caso surgissem dúvidas quanto à melhor solução, os alunos faziam uma votação no pequeno grupo.
Etapa da assembleia

De posse dos problemas definidos pelos pequenos grupos, a classe organizou-se para a assembleia, a fim de definir um conjunto de combinados que favorecessem tanto o convívio como as situações de aprendizagem.

A assembleia foi dirigida por um aluno designado para a função de presidente. Ele contou com o apoio do secretário, que anotava o nome dos colegas que se inscreviam para defender ou para criticar as propostas e os indicava ao presidente. No plenário, os pequenos grupos foram representados por um orador que apresentava o problema e a solução encontrada. Caso este encontrasse dificuldade em apresentar a proposta, outro membro do pequeno grupo ajudava-o.

Ao término da apresentação das propostas e dos argumentos de cada pequeno grupo, iniciou-se a votação.
O resultado final foi a constituição de um conjunto de combinados necessários para um bom convívio social e que regulam a coexistência entre as necessidades individuais e coletivas.

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