Expedição Langsdorff

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A preparação para nosso Estudo do Meio envolve o conhecimento do trabalho produzido pelos artistas viajantes, portanto, os desenhos de observação e os relatos de viagem são conteúdos trabalhados nas disciplinas de Português, História, Ciências e Artes.

Durante as aulas, os alunos receberam informações sobre a elaboração dos registros de um viajante e a importância deste olhar, que se depara com o novo e o diferencia do olhar do morador local ou de um turista.

No mundo contemporâneo, é muito fácil registrar imagens, sons e textos com o uso de celulares, internet e câmeras.

Mas será que podemos imaginar qual era a emoção de ver, no início do século XIX, um desenho de uma paisagem do novo continente? A importância do artista nesta época era diferente?

Curiosidades

Quem foi Langsdorff?

O alemão Georg Heinrich Von Langsdorff (1774- 1852) formou-se em Medicina e frequentava sociedades científicas europeias. Em 1802, integrou uma expedição de volta ao mundo, sob comando de Adam Johann Von Krusenstern. Naturalizado russo, Langsdorff foi nomeado pelo czar Alexandre I, em 1813, cônsul-geral no Rio de Janeiro. Lá, ele começou a idealizar uma viagem científica pelo interior do Brasil.

A Exposição

A exposição apresenta o percurso da expedição Langsdorff pelo interior do Brasil, desde 1821 até 1829, através de um conjunto de 156 obras, que inclui desenhos e aquarelas de Johann Moritz Rugendas, Aimé-Adrian Taunay e Hercules Florence e mapas do cartógrafo Néster Rubtsov. A coleção mostra imagens da flora, fauna, paisagens e população documentadas ao longo do trajeto do Rio de Janeiro ao Pará, convidando o público a observar as transformações nestas regiões nos últimos 180 anos.

Durante a visitação, os alunos foram divididos em grupos e acompanhados pelo educativo da exposição analisaram as obras de Taunay, Rugendas e Florence e aprenderam, de forma divertida e didática, as diferenças do olhar e técnicas utilizadas por cada artista.

Ainda no Centro Cultural, os alunos conheceram o instrumento utilizado na época para calcular distâncias estimadas em navegação – o Sextante – e conheceram também um equipamento chamado Cronômetro de Marinha – comparado pelos alunos, o ‘GPS’ dos tempos atuais.

A exposição Langsdorff contribui para a formação de um novo olhar sobre a importância da produção de imagens para o homem moderno.

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