| Alice no país da poesia |
Elias José
Peirópolis |
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Neste livro de poemas de Elias José, a personagem Alice, de Lewis Carroll, é 'flagrada' no momento em que descobre o mundo das palavras, enquanto vivia no 'país das maravilhas'. Esse é o ponto de partida do autor para alinhavar os poemas que precedem o primeiro, 'Alice no país da poesia'. São 33 poemas com imagens que remetem a grandes textos da literatura universal. O leitor segue em companhia de Sherazade, Peter Pan e Dom Quixote, além de um séquito de fadas e feiticeiras, duendes e sereias, reis e rainhas, príncipes e princesas, pássaros e cavalos mágicos. |
| A pequena marionete |
Gabrielle Vincent
Ed. 34 |
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Empregando o lápis, o papel e boa dose de imaginação, a artista belga Gabrielle Vincent (1928-2000) compôs uma obra inesquecível: uma narrativa sem palavras que conta, por meio de imagens, a história de um menino, uma boneca de pano e um velho homem de teatro, um titeriteiro que encena seu espetáculo em um teatrinho de rua. De intensa poesia, os desenhos extraordinários deste livro convidam a múltiplas abordagens e distintos níveis de interpretação, conquistando leitores de todas as idades. Acima de tudo, eles são uma excelente oportunidade para pôr em contato os pequenos leitores – aqueles que começam a se apropriar dos códigos de linguagem – com o contexto das estruturas narrativas e dos jogos próprios do mundo dos livros. |
| As tranças de Bintou |
Sylviane A. Diouf
Cosac Naify |
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Uma menina que vive na África sonha ter tranças longas, enfeitadas com pedras coloridas e conchinhas, como as de sua irmã mais velha e de outras mulheres de seu convívio. O livro elege a fantasia como valor capaz de recobrar o sentido mais profundo da infância. Suas belas ilustrações e os personagens bem delineados são capazes de trazer ao leitor uma visão da cultura africana, permitindo, assim, repensar também a cultura brasileira. |
| Beleléu e os números |
Patrício Dugnani
Paulinas |
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Quem já não viu o Beleléu espreitando a casa? É só abrir as gavetas para encontrar ali um carrinho na contramão. Foi assim na casa do Gabriel: bonecos no chão da cozinha, carrinhos na casa do cachorro, pincéis na jarra de suco e até livros na gaveta da geladeira, cuequinhas embaixo do colchão... O personagem Beleléu retorna às linhas de Patrício Dugnani, agora para fazer bagunça na casa do Gabriel. Os pais do menino, já incomodados com tanto brinquedo jogado pela casa, decidiram ajudá-lo na arrumação e encontraram objetos nos mais inusitados lugares. Brincar e fazer bagunça é divertido, mas arrumar também pode virar diversão e até ensinar a contar de 1 a 10. |
| Camila faz uma besteira |
Aline de Pétigny
Larousse |
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Ao entrar na cozinha, Camila se depara com um delicioso bolo. Mas seu pai lhe avisa que ela só vai poder comer um pedaço quando as visitas chegarem. Camila resolve provar só um pouquinho... e acaba fazendo uma grande besteira! Veja como ela vai lidar com o peso na consciência de ter feito algo errado. |
| Histórias de bicho feio |
Heloisa Seixas
Companhia das Letrinhas |
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Imagine um mundo repleto de coelhinhos fofinhos, ursinhos redondinhos, girafas sorridentes, cachorrinhos companheiros, pôneis bonzinhos e macaquinhos alegres. Terrível! Seria muito mais interessante conhecer uma formiga que sofre por ser bunduda demais; um tubarão chamado Astolfo que quer ser galã de televisão; um gatinho feio (patinho, não), preto e de olhos amarelos; um morcego bossa-nova, apreciador de música, praia, flores e de um bom par de óculos escuros; um pernilongo marciano que sobe até o décimo quarto andar para importunar a vida de um garoto; e uma salamandra albina que vive na casa de uma bióloga, junto com vários outros bichos feios (não tão feios quanto ela). |
| Inácio, o rato sortudo |
Lucia Reis
Paulinas |
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Inácio era invejado por todos os outros ratos: nunca tinha visto um gato. Sua ideia sobre o inimigo fora concebida a partir dos relatos dos outros que já tinham sofrido a ameaça. E assim, Inácio levava sua vidinha sem nunca ter topado com o perigo. Até que um dia, passeando pelo bairro, topou com um animal esquisito, de pelo macio, olhos verdes e brilhantes, que tão logo se tornou amigo: era um filhote de gato. Entre leite e pedaços de queijo, os anos se passaram, assim como o paladar do bichano que, entre Inácio e o seu instinto, preferiu abrir uma lata de atum. Inácio era mesmo sortudo, pois o bichano até escolheu um nome que combinava com o seu: Bonifácio. E para arrematar, Juvenal, o cão, vinha algumas vezes brincar com os dois. Falar aos pequenos pela voz dos animais, interlocutores ideais para conversarmos sobre quase tudo, Lucia Reis os personifica, projetando neles características humanas. O texto, descontraído e com humor, vai delineando seu próprio espaço, como se nós leitores nos sentíssemos desafiados a resolver o problema exposto pela autora, que nos presenteia com um final surpreendente. |
| João e o pé de feijão |
Bia Villela
Paulinas |
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Adaptação do clássico João e o pé de feijão, este conto narra a história da mãe que, sem dinheiro para comprar comida, pediu ao filho João para vender a vaquinha, que não dava mais leite. No caminho, o menino trocou a vaca por feijões mágicos. Desapontada, a mãe ralhou com o menino e o mandou dormir. Decepcionado, João jogou os grãos pela janela e, no dia seguinte, havia uma enorme árvore... Curioso, João subiu pelo tronco até chegar ao castelo do gigante, comedor de criancinhas. Com a ajuda da mulher do gigante, João fugiu de lá, levando a galinha dos ovos de ouro e uma harpa. Mantendo seu estilo singular, Bia Villela adaptou, com linguagem espontânea e moderna, uma das histórias mais conhecidas do universo infantil. |
| Mamãe zangada |
Jutta Bauer
Cosac Naify |
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A partir de um tema intenso – a delicada relação entre mãe e filho -, Jutta cria uma metáfora para mostrar o que acontece com as crianças quando levam uma bronca daquelas. A história é sobre pinguins, mas certamente se aplica aos seres humanos. Quando leva uma bronca da mãe, o pequeno pinguim se despedaça em pleno ar e cada pedaço do seu corpo vai parar em um lugar bem distante. Com ilustrações e texto sucinto, a autora dá voz aos sentimentos e às fragilidades humanas ao alertar para o poder destruidor da indelicadeza. |
| No coração e na bolsa |
Laurence Bourguignon
Brinque-Book |
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O Pequeno Canguru se sente muito bem na bolsa de sua mãe. Ele não gosta de sair de lá. Mamãe Canguru mostra para ele uma linda nuvem e uma borboleta. Mas o Pequeno Canguru não quer saber para onde elas vão. O mundo é muito grande! Na bolsa, o Pequeno Canguru sabe onde está e pode ouvir as batidas do coração da Mamãe Canguru. |
| O cipó branco |
Florence Breton
Companhia das Letrinhas |
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O tamanduá Neniq vive na Amazônia, num galho baixinho de uma árvore enorme. Ele é bastante medroso – gosta de ficar sonhando na cama, protegido dos barulhos da floresta. Mas um dia, Neniq repara em um cipó bem branco que balança acima da cabeça dele e fica curioso. Decidido a mostrar para os outros bichos que não tem medo, ele resolve seguir o cipó para ver o que há no fim. Começa uma longa jornada. Neniq sobe cada vez mais e conhece 'camadas' novas da floresta. A luz vai aumentando com a altura, e os animais também são diferentes. Nenhum deles entende o que Neniq está fazendo ali, no meio da árvore. Alguns falam do perigo que pode existir no final, outros acham que não vale a pena subir, pois não vai haver nada de diferente. Mas eles não conseguem desanimar Neniq, que sempre resolve seguir em frente. Quando o tamanduá já está bem no alto, o vento sacode a árvore inteira. Neniq se desequilibra, mas consegue se agarrar no cipó branco a tempo. Ele tem a impressão de estar voando no céu, quando então percebe que o cipó termina em uma grande pipa. E ele está feliz; voar é muito mais gostoso do que sonhar na cama. |
| O menino e o pardal |
Daniel Munduruku
Callis |
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Em um passeio pelo parque, um menino encontra um pequeno pardal que havia caído do ninho. Ao vê-lo tão machucado, decide levá-lo pra casa e cuidar dele. A partir desse momento, começa uma singular relação entre eles, despertando valores como proteção, gratidão e fraternidade. Quando finalmente o pardal fica bem e saudável, o menino vive a difícil experiência do desapego, suscitada pela necessidade de liberdade de seu amado pássaro. |
| O país quadrado |
Maria da Paz V. Lima
Paulinas |
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Nesta história interativa, um duende ensina a transformar figuras geométricas em criativos personagens e ambientes. Por meio da arte origami, quadrados se transformam em borboletas, e estas mandam mensagens de comunicação e convivência. |
| O sapo Zefirelo |
Péricles Augusto de Cenço |
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Zefirelo é um sapo: muito legal. Ele só tem um problema muito complicado na vida de um sapo, ele não gosta de água. Um dia, sem ele se dar conta, tudo vai mudar. O livro estimula as crianças a experimentarem coisas e situações antes de rejeitá-las. |
| Os sete novelos: um conto de Kwanzaa |
Angela Shelf Medearis
Cosca Naify |
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Ensinar às crianças valores de sociabilidade é preocupação de todo país e educador. E foi na cultura africana que a autora Angela Shelf Medearis buscou alguns dos conceitos fundamentais para um bom aprendizado. O feriado de Kwanzaa, comemorado por afro-descentes das Américas, é uma forma de celebrar a família, a comunidade e a cultura negras. Comemorado dos dias 26 de dezembro a 1º de janeiro, Kwanzaa significa 'primeiros frutos' na língua suaíli. Os sete princípios básicos (Nguzo Saba) para essa celebração são unidade, autodeterminação, trabalho coletivo e responsabilidade, cooperação econômica, motivo, criatividade e fé. O livro conta a história dos irmãos da tribo axanti que não conseguem se entender e sempre discutem por motivos banais. Desgostoso, o pai morre deixando aos filhos sete novelos de linha colorida e uma incumbência – transformá-los em ouro, até o pôr-do-sol. A pena para o não cumprimento da tarefa é a expulsão de casa. As ilustrações, em xilogravura de cores fortes, traduzem pictoricamente a força vital da cultura africana. |
| Papai! |
Philippe Corentin
Cosac Naify |
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'Papai!' adentra o imaginário infantil para incitar as crianças a rirem dos próprios medos. E qual é a criança que não sente medo da noite, do escuro e de pesadelos? Uma prova de que é possível lidar com os temores infantis com leveza e bom-humor. Para ler antes de dormir. |
| Peppa |
Silvana Rando
Brinque-Book |
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Peppa nasceu assim – linda e cabeluda. Bem no alto da cabeça, lá estava ele, um chumaço de cabelo preto e volumoso, mas não era qualquer cabelo não! Tratava-se do cabelo, mais forte do universo, resistentes como fio de aço. |
| Pretinha de neve e os sete gigantes |
Rubem Filho
Paulinas |
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Pretinha da Neve morava com a mãe e o rei, seu padrasto, no Monte Kilimanjaro (norte da Tanzânia). Um lugar onde caía neve, por isso muito gelado, mais gelado ainda porque a menina vivia sozinha, já que era a única criança no castelo e não tinha amigos para brincar. Um dia, Pretinha se olhou no fundo do tacho de cobre, em que sua mãe fazia os doces de que seu padrasto tanto gostava, e perguntou: "Tacho de cobre, existe menina mais solitária do que eu?" Foi nessa conversa com o tacho de cobre que Pretinha resolveu descer o Monte e conhecer "lá embaixo", um lugar sem neve e, quem sabe, com crianças morando por lá. Neste livro, Rubem Filho reinterpreta o conto de fadas Branca de Neve e o sete anões e o transporta para outro espaço – o continente africano -, adaptando os elementos do conto aos hábitos e costumes daquela região. Além disso, a história transita por outros contos de fada, apresentando elementos peculiares desses textos (o capuz de Chapeuzinho Vermelho, a casa dos Três Ursos de Cachinhos Dourados). Sem chegar à paródia, o autor estiliza o conto clássico, revestindo-o com linguagem moderna, diálogos "descolados" e permeados com boas doses de humor. As ilustrações são exuberantes, com cores fortes, sem receio de cegar... Molduras trabalhadas finamente, com traços originais e autênticos. Verdadeiros quadros de galeria. |
| Queria ser alta como um |
Florence Breton
Companhia das letrinhas |
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Bichos sensíveis, as capivaras ficam sentidas quando percebem que as pessoas não veem graça nenhuma nelas. A capivara poeta resolve sonhar ser pássaro e se equilibra em pernas de pau para ser alta como um tuiuiú. Chega a capivara acrobata e, interessada, pede para entrar na brincadeira. Quando as duas estão se divertindo, pintadas de rosa e com um galho no nariz, como se fossem colhereiros, chega a capivara pintora e resolve participar também. E assim sucessivamente, chegam novas capivaras – capivara comilona, capivara nadadora, capivara médica – e todas juntas se fantasiam de diferentes pássaros pantaneiros. Mas quando os urubus, deselegantes, voam em suas cabeças fazendo troça delas, um martim-pescador assassina um peixinho e, ainda, um casal de tucanos ataca um ninho para pegar filhotes, uma a uma elas vão se dando conta de que ser capivara é, afinal, o melhor de tudo. Com ilustrações, Florence apresenta os bichos do Pantanal e ensina que 'brincar de faz-de-conta' é legal, mas ser capivara, ou você mesmo, é melhor ainda. Ao final da história, um glossário apresenta explicações sobre a fauna. |
| Rita Sapeca e o boneco de neve |
Schmurl
Larousse Junior |
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Rita Sapeca está muito animada porque começou a nevar! Ela sai correndo para construir um belo boneco de neve. Depois, resolve fazer também um trenó para descer lá do alto da montanha. Que aventura maluca! Você não vai acreditar aonde o trenó vai levar a ratinha. |
| Uma incrível poção mágica |
Sin Ji-Yun
Callis |
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Bruxa Vanda tinha um sonho – poder ficar em casa sem fazer nada, sem mover um só dedo. Para isso, elaborou uma poção mágica com a qual conseguiria realizar seus desejos e, inclusive, transformar objetos de diferentes formas geométricas em qualquer outra coisa. |
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