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| Brasiliana Itaú |
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O termo brasiliana é bastante difundido no mundo da bibliofilia, no qual é usado com uma grande variedade de critérios. Basicamente se refere a uma coleção de material impresso sobre ou no Brasil e com reconhecida relevância histórica. A maior e mais famosa brasiliana foi reunida pelo industrial José Mindlin, conta com cerca de 40 mil volumes e foi doada à USP, onde passa por um processo de completa digitalização. A Brasiliana Itaú, no entanto, foi criada com a ambição mais ampla de agregar itens com valor inestimável não só no campo bibliográfico, mas também no das artes plásticas. São quadros a óleo, aquarelas, gravuras, desenhos e objetos de arte em geral. Isso sem falar na parte documental da coleção, que conta com manuscritos assinados por todos os chefes de Estado brasileiros, manuscritos literários e cartografia com mapas que datam até o início do século XVI. |
| Onde: Pinacoteca do Estado. Pça da Luz, 2 |
| Quando: Terça a domingo, das 10 h às 18 h, até 02/05 |
| Quanto: Grátis |
| Informações: (11) 3324-1000 |
| Fundação Nemirovsky - O Olhar do Colecionador |
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Apresenta mais de uma centena de obras da Coleção Nemirovsky, abrigada na Estação Pinacoteca e considerada a mais importante coleção privada de arte modernista brasileira. Obras como Antropofagia, de Tarsila do Amaral, e Figura Sentada, de Vicente do Rego Monteiro, são exemplos paradigmáticos do período. Há também desenhos e gravuras de Chagall, Picasso, Braque, Léger e outros. Curadoria de Maria Alice Milliet. |
| Onde: Estação Pinacoteca. Largo General Osório, 66, Luz |
| Quando: Terça a sexta, das 10 h às 18 h, Sábado e domingo, das 10 h às 16 h 10 h/19 h até 31 de dezembro de 2010 |
| Quanto: Grátis |
| Informações: (11) 3335-4990 |
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| Guerra ao terror |
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A história ganha forma na figura de um novo integrante do pelotão antibomba, William James (Jeremy Renner), que chega para substituir o antecessor, morto em ação. James exibe uma coragem que beira à temeridade e, com suas atitudes intempestivas, põe em risco a sua segurança e a dos outros. Há muito de bravata em tudo isso, mesmo na maneira como o filme descreve certo tipo de situação. Por exemplo, quando James desativa um conjunto de bombas instalado no porta-malas de um carro e, para trabalhar, tira o pesado equipamento de proteção que estava vestindo. "Já que vou morrer, que pelo menos seja sem passar o calorão trazido por essa roupa toda", diz. De resto, o filme é muito bem dirigido e interpretado. Kathryn, que tem preferência por filmes de ação, mostra-se à vontade nesse cenário de pesadelo que é Bagdá após a invasão americana. Como não tiveram permissão para filmar in loco, deslocaram-se para a Jordânia, onde tudo foi rodado. A diretora tem senso de timing e dom para o suspense. O filme trepida de ação e tensão. Enfim, não há um erro perceptível na maneira de contar a história como um thriller, mas se notam alguns senões. Por exemplo, a ausência da ambição que seria tentar entender a psicologia de personagens complexos como James. Eles são mostrados, e só. Outra coisa que não se concebe é a falta de qualquer tipo de reflexão política sobre a guerra no Iraque, ausência que se torna ainda mais dramática quando se pensa que o filme foi feito durante o período Bush. |
| Khamsa |
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Depois de fugir de sua família adotiva, Khamsa volta para o acampamento cigano onde nasceu há 13 anos. Nada parece ter mudado desde que ele foi forçado a partir: os jogos de cartas tarde da noite, o mergulho no mar Mediterrâneo, as brigas de galo... Khamsa está novamente em casa. Até que seu melhor amigo Coyote conhece Rachitique, um ladrãozinho com quem começa a realizar pequenos furtos. A juventude e a inocência de Khamsa irão rapidamente acabar à medida que ele desce numa espiral de delinquência. |
| O que resta do tempo |
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A julgar por Intervenção Divina (2002), o longa-metragem anterior do cineasta palestino Elia Suleiman, poderíamos esperar deste filme o mesmo cinema de simbolismos, com toques de comédia à Jacques Tati e muitas referências à cultura de massa ocidental. Felizmente, o lacônico sarcasmo de Suleiman continua o mesmo. O que muda um pouco, logo de cara, é o referencial para os espectadores do lado de cá do oceano. O filme começa com Suleiman interpretando a si mesmo, no banco de trás de um táxi, cercado por uma tempestade de raios. O motorista se perde. Vamos parar em uma realidade que, já nos créditos iniciais, o diretor apresenta como um "presente ausente". Nessa realidade, a primeira guerra entre árabes e judeus depois da criação do Estado de Israel terminou com um lado vitorioso: o dos israelenses. Assim, Nazaré e sua população muçulmana se conformam com a derrota e passam a viver em um Estado oficialmente judaico. A história de Suleiman e de seus pais, então, é narrada em quatro momentos: junho de 1948, 1970, 1976 e Nazaré hoje. Conjecturas à parte, a fantasia envisionada por Suleiman já parte de uma versão poeticamente adaptada do mundo real: um árabe suicida que dá um tiro na cabeça ao invés de detonar uma bomba é o que de mais imediato o espectador pode perceber como dissonância. Soldados que apreciam música no meio da rua, um herói islâmico de olhos claros e rosto hollywoodiano, pelotões de fuzilamento que não fuzilam ninguém... A guerra encenada como farsa, uma linguagem universal, é o que dá início a O que Resta do Tempo. A partir daí, já nos anos 1970, quando Suleiman começa a mostrar a rotina árabe sob o controle israelense, é preciso ter um razoável conhecimento dos costumes e da situação no Oriente Médio para acompanhar plenamente a desconstrução que o cineasta está propondo. Se em Intervenção Divina tínhamos simbologias fáceis (a panela de pressão, Papai Noel) embaladas no pop (cinema de ação, "I Put a Spell on You"), aqui tanto a ironia quanto a iconografia são mais sutis, como os fogos de artifício nas cores da bandeira palestina. Outros exemplos: quando o coro de meninas muçulmanas canta na escola judia uma canção em honra ao Dia Nacional de Israel com molejo árabe, ou quando o jovem Elia traz para casa o incomível "prato de lentilhas da Tia Olga", - sendo Olga um nome tradicionalmente judaico e as lentilhas, tipicamente árabes. É preciso atenção e conhecimento prévio para aproveitar essas sacadas. A imbatível invenção visual de Suleiman, que faz até jardins com plantas típicas do deserto nazareno parecer um subúrbio plastificado dos EUA, dá conta do resto. Ao mesmo tempo que cria versões fantasiosas para a dura realidade em Israel (o soldado judeu impede o árabe de atravessar o ponto de controle de uma ponte porque pode ser um risco à vida do... árabe), Suleiman mantém elementos que existem na vida real mas são absurdos demais para parecer verossímeis, como o muro de concreto que segrega o Islã. Abusado, sem dúvida, o cineasta, mas é com uma comédia irreverente como esta que ele consegue tocar no mais sério dos assuntos: a angústia por preservar a cultura do seu povo em tempos de pasteurização e em ambiente hostil. |
| O segredo dos seus olhos |
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Durante 25 anos, um crime permaneceu sem solução na memória de Benjamín Espósito. Agora, bem mais maduro, ele decide voltar a essa história, questionando de novo aquele passado de amor, morte e amizade. Porém, essas recordações, postas em liberdade, lembradas tantas vezes, mudaram sua visão desse passado. E reescreverão seu futuro. |
| Pachamama |
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Pachamama, que significa para os indígenas andinos mãe-terra e designa a deusa agrária dos camponeses, narra a viagem do cineasta através da floresta brasileira em direção ao Peru e à Bolívia, onde encontra a realidade de povos historicamente. |
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| Cachorro morto |
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A relação que o personagem principal tem com a matemática faz com que ele se multiplique nos corpos de cinco atores que demonstram as particularidades da doença. O elenco conta com os atores Aline Filócomo – uma das criadoras do "Prèt-a-Porter 8", de Antunes Filho – Luciana Paez, Bruno Freire, Thiago Amaral e Maria Amélia Farah. Bruno sabe de cor todos os países do mundo e suas capitais e também os números primos de quatro algarismos. Luciana gosta do estado de Massachussets, mas não entende nada de relações humanas. Thiago e Maria Amélia adoram relógios, cálculos e verdades absolutas. Aline odeia amarelo e não suporta ser tocada. Os cinco atores que vivem o mesmo personagem encontram o cachorro da vizinha morto no jardim. Decidem descobrir quem o matou e acabam montando uma "peça de mistério e assassinato". A dificuldade de comunicação é grande; no entanto, a facilidade em matemática traça o caminho para que eles descubram mais do que esperavam. Como inspiração e veracidade à vida dos portadores da doença, o grupo fez laboratório na AMA (Associação de Amigos do Autista) e buscou observar e dialogar com as pessoas atendidas no local. A peça faz parte do projeto Sinal, um espaço aberto para grupos de novos artistas, e tem a direção de Leonardo Moreira, que propõe abertura para o reconhecimento e a aceitação de outras formas de expressão além das conhecidas. |
| Onde: Teatro Imprensa. Rua Jaceguari, 400, Bela Vista |
| Quando: Terça e quarta, 21 h, até 31 de março |
| Quanto: levar uma lata de leite em pó |
| Informações: (11) 21414203 |
| O rei e eu |
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Baseada no romance Anna e o Rei do Sião, de Margaret Landon, a obra teve sua primeira encenação em Nova York, em 1951, com música de Richard Rodgers e letras de Oscar Hammerstein II. Ela conta a história de uma professora inglesa que é contratada para educar os filhos de um rei conservador no Sião, atual Tailândia. |
| Onde: Teatro Alfa. Rua Bento Branco de Andrade Filho, 722 |
| Quando: Quinta, 21 h; Sexta, 21h30; Sábado, 17 h e 21 h; Domingo, 16 h e 20 h |
| Quanto: R$40 a R$185 |
| Informações: (11) 5693-4000 |
| CATS |
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Entra em temporada hoje no Teatro Abril mais uma "peça de museu" da Broadway, Cats, musical já visto em 20 países, que teve sua primeira estreia em Londres em, 1981, e no ano seguinte, nos EUA. A coreografia, com forte base no jazz e em acrobacias e trejeitos felinos a dar de rodo, é que responde por boa parte do sucesso e alguns dos principais prêmios da peça – mas também por um forte cheiro de naftalina. O espetáculo chega a São Paulo tal qual a montagem original do inglês Trevor Nunn, escrito e musicado por Andrew Lloyd Webber, ainda que com uma pequena abertura para o tempero brasileiro que tem pincelado a onda dos musicais. No caso de Cats, esse sotaque fica um tantinho mais forte porque é a cantora de MPB black Paula Lima quem assume um dos papéis centrais, além de Toquinho assinando a tradução das letras, baseadas em 14 poemas do livro infantil Old Possum's Book of Practical Cats, de T. S. Eliot. Segundo Toquinho, apesar do rigor necessário para respeitar a métrica, esse ainda é um trabalho até certo ponto autoral. "O excesso de liberdade que me deram é que me preocupou. Foi difícil estabelecer limites. Mas, se jogam você amarrado no mar, você tem que se desamarrar, senão morre." A tradução para um dos números do musical, Gus, the Theatre Cat, cita os nomes de Paulo Autran e de Fernanda – que, supõe-se, diz respeito a Fernanda Montenegro. O mesmo trecho do original em inglês, He has acted with Irving, he's acted with Tree (ele atuou com Irving, ele atuou com Tree), faz referência a dois ícones do teatro da era vitoriana, Henry Irving e Herbert Beerbohm Tree. À frente de um cenário bem trabalhado, cheio de sucatas de um grande lixão, os gatos vão aparecendo para narrar a história de uma espécie de tribo, os Jellicle Cats. Seus integrantes se reúnem para ouvir, de um líder, o anúncio de um paraíso chamado "Heavyside Layer". Paula Lima tem mais presença no segundo ato (a peça tem dois), embora interprete no primeiro a famosa canção Memory – ponto alto do musical – que foi gravada por Barbra Streisand e Barry Manilow, entre outros cantores. |
| Onde: Teatro Abril. Rua Brigadeiro Luis Antonio, 411, Bela Vista |
| Quando: Quinta e sexta, 21 h, Sábado, 17 h e 21 h e Domingo, 16 h e 20 h |
| Quanto: R$ 240,00 |
| Informações: (11) 4003-5588 |
| Hairspray |
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A versão brasileira do musical da Broadway se baseia no filme homônimo escrito e dirigido por John Waters, lançado em 1988. Com direção e tradução de Miguel Falabella, a montagem nacional do espetáculo é estrelada por Edson Celulari, Danielle Winits, Arlete Salles, Jonatas Faro e apresenta Simone Gutierrez no papel de Tracy Turnblad. A superprodução conta com um elenco formado por 31 atores e 12 músicos. A história se passa em Baltimore, em 1962. Tracy Turnblad, uma grande garota com um grande penteado e um coração maior ainda, tem duas paixões na vida: a dança e o Corny Collins Show, um programa musical da televisão que é a verdadeira sensação do momento. Mesmo sendo gordinha para os padrões locais, ela prova que possui talento e conquista uma vaga fixa de dançarina no programa. Tracy torna-se uma celebridade do dia para a noite. Assim, ela começa a ameaçar a hegemonia de Amber Von Tussle, a estrela do programa e filha da produtora do show. A rivalidade entre as duas fica ainda mais acirrada quando elas decidem disputar o mesmo garoto. Para piorar a história, Tracy vai parar na cadeia ao incentivar uma manifestação contra a segregação racial. Para livrá-la da confusão, seu pai tem de hipotecar a loja da família e sua mãe, deprimida, quase desiste de viver. Mas tudo é resolvido com um bom tubo de laquê e muita música. |
| Onde: Teatro Bradesco. Rua Bento Branco de Andrade Filho, 722, Santo Amaro |
| Quando: Quinta, 21 h, Sexta, 21h30, Sábado, 17 h e 21 h e Domingo, 16 h e 20 h |
| Quanto: R$ 185,00 |
| Informações: (11) 5693-4000 |
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| Na casa da Ruth Rocha |
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Os 40 anos de carreira de Ruth Rocha se refletem em sua obra: são 130 títulos publicados e já traduzidos em mais de 25 idiomas. E não são só números que fazem dela a maior escritora infanto-juvenil da atualidade. O sucesso entre pais e filhos é tão grande assim como a recepção da crítica a seus trabalhos. Inspirado pela poetisa, a cantora Fortuna chamou Hélio Ziskind (compositor das canções do programa de TV "Castelo Rá-Tim-Bum") para adaptarem juntos os versos em canções para o CD Na Casa de Ruth. Agora você pode conferir esse trabalho ao vivo que, além da dupla criadora, conta com a presença do coral infantil do Sesc Vila Mariana, composto de doze crianças, e de um quarteto de músicos. A base para as músicas foi o livro Toda Criança do Mundo Mora no Meu Coração, mas também são usadas canções populares como “Alecrim”, “Trem Maluco”, “Caranguejo não é Peixe” e “Borboletinha”. Leve os filhos e aproveite. |
| Onde: Teatro Sérgio Cardoso. Rua Rui Barbosa, 153, Bela Vista |
| Quando: Sábado e domingos, 16 h, até 25/04 |
| Quanto: R$ 20,00 |
| Informações: (11) 3288-0136 |
| A megera indomada |
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O espetáculo utiliza linguagem de clowns, contando a história de Catarina, uma menina mimada e muito teimosa. O clássico de Shakespeare é recontado de maneira lúdica, leve e divertida, para crianças de todas as idades. Direção: Amauri Ernani. Elenco: Paula Giannini, Shirley Bonani, Bruno Vidolim e Amauri Ernani. |
| Onde: Teatro Maria Della Costa. Rua Paim, 72, Bela Vista |
| Quando: Sábado e domingos, 17h30 |
| Quanto: R$ 30,00 |
| Informações: (11) 3256-9115 |
| Sapecando |
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O Sesc Avenida Paulista recebe o musical Sapecado, que conta a divertida história da roceira Assunta, do seu cachorro Rex e de Adauto, o carteiro. Os três viajam pela Estrada de Bromongó, rumo ao baile na Vila do Sapecado. A jornada desses personagens é o fio condutor da trama. Elementos da cultura popular são levados ao palco, como festas e lendas do sertão, é uma oportunidade para a garotada da "cidade grande" conhecer o Brasil Caipira. O palco é a estrada, cenário de palha e chita onde vacas e sapos namoram ou a Benzedeira e o Coisa Ruim se desafiam em um repente. O espetáculo é uma montagem da Banda Mirim, que já apresentou sucessos como Felizardo e Menino Teresa.
Texto e Direção de Marcelo Romagnoli. Estreado por Cláudia Missura, Edu Mantovani, Rubi e grande elenco. |
| Onde: Sesc Consolação. Rua Dr. Vila Nova, 245 |
| Quando: Sábado, 11 h |
| Quanto: Grátis |
| Informações: (11) 3234-3061 |
| O casamento da Dona Baratinha |
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Dona Baratinha é aconselhada pela sua amiga Patativa a se casar. Aparecem três pretendentes: Ratolfo, Mialdo e Bull, que entram numa grande disputa em que prevalece uma linda mensagem de amor, amizade, compreensão e união entre os bichinhos. |
| Onde: Teatro Bibi Ferreira. Av. Brigadeiro Luis Antonio, 931 |
| Quando: Domingo, 11 h |
| Quanto: R$ 30,00 |
| Informações: (11) 3105-3129 |
| Senhor Dodói |
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Esta montagem dos Doutores da Alegria, reestreia no sábado (28), no Teatro Alfa (região sul da capital paulista). Inspirado na comédia O Doente Imaginário– última peça de Molière, escrita em 1673 –, o espetáculo é dirigido por Ângelo Brandini, com direção musical de Fernando Escrich. A temporada terá sessões aos sábados e domingos, às 17h30, até 19 de abril. A livre-adaptação, que também é assinada por Brandini, reúne canções que caracterizam os personagens e apresentam a narrativa. O espetáculo usa elementos da chamada "commedia dell'arte", que se baseia em um repertório de personagens preestabelecidos e um roteiro descritivo das cenas. Na trama, Dodói, certo de estar terrivelmente doente, se submete aos cuidados e desmandos do Doutor Ganâncius. O interesseiro homem não hesita em prescrever remédios como extrato de gambá e pílulas de jiló. Quando percebe que poderia economizar os honorários médicos se tivesse um médico na família, Dodói resolve casar sua filha Angélica com o sobrinho de Ganâncius, o "quase doutor" Tapadus. O problema é que a jovem está apaixonada por Amado. |
| Onde: Sesc Av. Paulista. Av. Paulista, 119 – Bela Vista |
| Quando: Sábado e domingo às 16 h, até 6 de dezembro |
| Quanto: R$ 12,00 |
| Informações: (11) 3179-3700 |
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