A Matemática e as dobraduras – 2009

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Usando régua, transferidor, compasso e esquadros, podemos traçar retas paralelas, retas perpendiculares, ângulos e desenhar diversas figuras. A partir da técnica das dobraduras, podemos fazer várias dessas construções.

Essa técnica, no Japão, se tornou arte e é chamada de Origami (do japonês: 折り紙, de oru, “dobrar”, e kami, “papel”), que é a arte tradicional japonesa de dobrar o papel. Não se sabe bem como essa “brincadeira” surgiu, mas se acredita que desde quando o papel foi inventado o homem se dedicou a ela.

Recentemente, matemáticos, cientistas da computação e engenheiros descobriram que esta arte milenar pode ser usada para resolver problemas modernos.

A técnica do Origami tem sido usada para dobrar objetos como airbags, telescópios gigantes de maneira eficiente. A Miura é uma dobragem rígida que tem sido usada para levar ao espaço grelhas de painéis solares para satélites.

Nas duas últimas décadas, acadêmicos passaram a desenvolver teoremas para descrever os padrões matemáticos que viam nas dobraduras. Eles perceberam que a dobradura poderia ser usada para descrever movimentos e processos na natureza e na ciência, como o batimento das asas de um pássaro ou a deformação da capota de metal de automóveis em colisões. Também trabalham na construção de algoritmos, que são sequências de passos definidos na solução de um problema, como, por exemplo, o algoritmo da divisão.

Segundo a cultura japonesa, aquele que fizer mil origamis da garça de papel japonesa (tsuru, “garça”) teria um pedido realizado – crença popularizada pela história de Sadako Sasaki, vítima da bomba atômica.

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